C S Lewis

C. S. Lewis (1898-1963) taught English literature at both Oxford and Cambridge Universities and wrote more than thirty influential scholarly and popular books. Among his many famous works are Mere Christianity, The Screw tape Letters, the Chronicles of Narnia volumes, Miracles, and Surprised by Joy.

Este autor é um dos dez mais lidos da língua inglesa.

Estes livro foram editados no Brasil por editoras protestantes, até 1990, em edições simples, de bolso. Infelizmente no Brasil chega pouco dele e através de literatura associada com o pessoal evangélico. Sumiram e voltaram, tem que procurar, recomendo ir aos sebos. Há alguns anos atrás um filme biográfico dele, estrelado por Anthony Hopkins, “Terra das Sombras”, ganhou um, ou mais de um, Oscar. Neste filme o tema central é o problema do sofrimento. Ele atuou em quatro áreas, pelo menos:

Ele foi ateu e converteu-se ao Cristianismo pela Igreja Anglicana.
Durante a guerra tinha um programa na BBC onde pregava fé diante do caos.
Seu texto é leve e brilhante. Esclarece pontos complexos da Teologia de forma admirável.
Seus textos sobre o problema do sofrimento estão entre as melhores coisas que se pode ler.

JRR Tolkien & CS Lewis 

 

Existence of God 

(Veja em Português)

REC

This is a hell of a subject!

Wikipedia covers it fairly and I recommend to read it first.

It should also be framed under apologetics, and in our case Christian apologetics.

If you are skeptical or have no patience, see this video, organized by an eminent Harvard Psychologist, Dr.Armand Nicholi Jr.

If you are a hard core atheist or agnostic, but like to be acquainted with what educated people discuss on the subject, try to see A ultima sessão de Freud

If you are a believer, be it strong or a “non practising catholic”, and want to know how the Catholic Church deals with the subject, take a look at  the interview Cardinal Ratzinger gave to Vittorio Messori and was published under the name “Perché la fede é in crisi” at the magazine “JESUS”, year VI, n9 11, November 1984, pp. 67-81.

As I  already said, discursive, descriptive, worded definitions are always extremely lengthy and do not bring it to the point and with all the advantages it brought to mankind, it leaves a lot to be desired. Perhaps Poetry minimizes it and Dante’s Divine Comedy is a fantastic example on how to deal with that, including that he was practically inventing one of the most sophisticated modern languages, the Italian.

Another problem in dealing with a subject like this is that we are stuck to our mind which has for all practical purposes privileged rationality and although there are accounts of encounters with god in altered states of mind through some sort of drug or some kind of hypnosis, I will not bring it to discussion and wrote god not with capital G, because to me it is a personal encounter with  one’s self and not with God as such, existing or not. This last phrase is a paradox, because you could not have an encounter with something which does not exists. It is intentional to make my point because reality all over around is is full of paradoxes, which we recognize and do not understand and the problem of existence of God is one of them.

But this can be helped. To do that I will bring one of the best authors in Christian Apologetics which had a lot of trouble to leave atheism and become a believer, C.S. Lewis  Clive Staple Lewis. He has an interesting allegory about the existence of God. This allegory is the result of a Radio Program,  when the Germans were bombing London, and the existence of God under such circumstances was “the” issue. He collected and published his discussions about this period under the name “God in the dock”, which contains forty-eight essays and twelve letters written by Lewis between 1940 and 1963. Ranging from popular newspaper articles to learned defenses of the faith, these pieces cover topics as varied as the logic of theism, good and evil, miracles, the role of women in the church, ethics and politics. Many represent Lewis’s first ventures into themes he would later treat in full-length books.

C. S. Lewis (1898-1963) taught English literature at both Oxford and Cambridge Universities and wrote more than thirty influential scholarly and popular books. Among his many famous works are Mere Christianity, The Screw tape Letters, the Chronicles of Narnia volumes, Miracles, and Surprised by Joy.

(nota REC)  CS Lewis é um dos dez autores mais lidos na lingua inglesa. Seus livros foram editados no Brasil por editoras protestantes, até 1990, em edições simples, de bolso. Sumiram e voltaram, tem que procurar, recomendo ir aos sebos, procurar na Internet. Disponibilizei alguns e tecomendo este, o problema do sofrimento que tem uma introdução com resenha do que há em Português

Deus no banco dos réus (God in the Dock) 1948  C.S.Lewis  from which I extract the following excerpt.

Reviews to this book

— The New York Times
“Here the reader finds the tough-minded polemicist relishing the debate; here too the kindly teacher explaining a complex abstraction by means of clarifying analogies; here the public speaker addressing his varied audience with all the humility and grace of a man who knows how much more remains to be known.”
– Christianity Today
“For those who know little of C. S. Lewis or his ideas, this book is a good introduction. . . . God in the Dock contains some of the best of Lewis’s witty apologetics. And for those who have long known and loved the writings of Lewis, this volume is a welcome addition.”
— Commonwealth
“Takes us on a journey that is thoroughly entrancing. . . . A model of solid common sense and imaginativeness, of balance and ingeniousness, of artistry and coherence.”The excerpt

Tem sido solicitado a mim para que escrevesse sobre as dificuldades que uma pessoaencontra ao tentar apresentar a Fé Cristã para descrentes modernos. Este assunto é muito amplo para minha capacidade ou mesmo para a abrangencia deste artigo. As dificuldades variam conforme as audiências variam. A audiência pode ser desta ou daquela nação, pode ser de crianças ou adultos, pessoas ignorantes ou cultas. Minha própria experiência é baseada em audiências de Ingleses somente e quase que exclusivamente de adultos. Na verdade tem sido na maioria homens (e mulheres) servindo na R.A.F. Isto tem significado que enquanto poucos deles tivessem aprendido no sentido acadêmico do sentido desta palavra, um grande número teve uma noção de ciência prática elementar, tenha sido ela mecânica, elétrica ou de operação de telegrafo sem fio; pois que as fileiras da R.A.F. pertencem ao que pode ser quase chamado “a Elite do Proletariado”. Eu também tenho conversado com estudantes nas Universidades. Estas limitações estritas em minha experiência devem ser mantidas na mente dos meus leitores. O quanto grosseiro seria generalizar de tal experiência eu mesmo descobri em uma única ocasião quando falei para soldados. Tornou-se claro imediatamente para mim que o nível de compreensão em nosso exército é muito mais baixo do que o da R.A.F. e uma maneira de tratar as coisas bem diferente era requerida.

A primeira coisa que eu aprendi ao dirigir-me para as pessoas da R.A.F. era que eu estivera pensando erroneamente que o materialismo era nosso único adversário considerável. Dentre a Elite Inglesa do Proletariado, materialismo é somente uma das crenças não Cristãs – Teosofia, Espiritismo, Israelitismo Inglês, etc. – são outras.
A Inglaterra, é claro, tem sido sempre o lar dos excêntricos, e eu não vejo sinais que isto esteja diminuindo. Marxismo consistente raramente encontrei. Seja isto porque é muito raro ou porque as pessoas falando na presença dos seus superiores hierárquicos esconda isto ou porque os marxistas não frequentavam as reuniões em que eu falava, eu não terei meios de saber. Mesmo onde o cristianismo era professado, era frequentemente bastante tingido com elementos panteisticos. Declarações cristãs estritas e bem fundamentadas, quando de todo ocorriam, normalmente vinham de Católicos Romanos ou membros de seitas Protestantes extremistas (como os Batistas, por ex.). Minhas audiências de estudantes compartilhavam, em um grau menor, a indefinição teológica vaga que eu encontrei na R.A.F., mas dentre eles declarações estritas e bem informadas vinham de Católicos Anglicanos e Romanos e, raramente, de inconformados. As várias religiões não cristãs mencionadas quase não apareciam.
A próxima questão que eu aprendi da R.A.F. era que o Proletariado Inglês é cético com relação à história numa proporção que pessoas educadas academicamente sequer sonham em imaginar. Isto, verdadeiramente, parece para mim ser o maior fator de compartimentação entre os ignorantes e os cultos. A pessoa culta, habitualmente, quase sem o perceber, vê o presente como algo que provém de uma longa perspectiva de séculos. Na mente dos ouvintes da R.A.F., esta perspectiva simplesmente não existia.
Pareceu para mim que eles na verdade não acreditavam que nós tenhamos nenhum conhecimento confiável do homem histórico. Mas isto era frequente e curiosamente combinado com uma convicção que nós sabíamos bastante sobre o homem pré histórico: Sem dúvida porque o homem pré histórico é rotulado como “Ciência” (que é confiável) enquanto que Napoleão e Júlio César são rotulados como “História”(que não é confiável).
Desta forma, um quadro pseudo-científico do “homem das cavernas” e um quadro do “Presente” preenchia quase que o todo do seu imaginário, sem que entre estes, permeia somente uma região sem importância e sombria na qual formas fantasmagóricas de soldados romanos, diligências, piratas, cavaleiros andantes, ladrões de trens, etc. se movem no meio de uma neblina. Eu havia suposto que se meus ouvintes desacreditassem nas Escrituras, eles o faziam por que elas registraram milagres. Mas minha impressão posterior é que eles desacreditavam delas simplesmente porque lidavam com eventos que ocorreram há muito tempo: eles eram tão descrentes das batalhas entre os gregos e romanos como eram da Ressurreição – e pela mesma razão.
Algumas vezes este ceticismo era defendido pelo argumento que todos os livros antes da invenção da imprensa foram copiados e recopiados de tal forma que o texto foi modificado além da possibilidade de reconhecimento. E aí vinha uma outra surpresa. Quando seu ceticismo histórico tomava a forma racional, era as vezes facilmente aliviado pela simples afirmação que existiu uma “ciência chamada crítica textual” que nos dava uma garantia razoável que alguns textos antigos tinham acuidade.
Esta aceitação da autoridade de especialistas é significativa, não somente pela sua engenhosidade, mas também porque sublinha o fato do qual minhas experiências tiveram no todo para convencer-me, isto é, eles tinha muito pouca oposição nascida da malícia ou suspeita. Suas dúvidas são baseadas em dúvidas genuínas e frequentemente em dúvidas que são razoáveis no estado do conhecimento da pessoa que duvida.
Minha terceira descoberta é uma dificuldade que eu suspeito que seja mais aguda na Inglaterra que em outros países. Eu quero me referir a dificuldade ocasionada pela língua. Em todas as sociedades, sem dúvida, a maneira de falar do vulgar difere da do culto. A língua inglesa com seu vocabulário duplo (de origem latina e de origem nativa), maneirismos ingleses (com sua infinita indulgencia com a gíria, mesmo nos círculos mais educados) e a cultura inglesa, que não permite nada similar à Academia Francesa, faz com que a distância entre o vulgo e o culto seja anormalmente ampla.
Existem quase que duas línguas neste pais. O homem que quer se dirigir aos não educados em Inglês precisa aprender sua linguagem. Não é suficiente que ele se abstenha de usar o que seja considerado “palavras pesadas”. Ele precisa descobrir empiricamente, isto é, por tentativa e erro, que palavras que existem no linguajar de sua audiência e o que elas significam nesta linguagem, por ex.: que potencial não significa possível, mas poder , que criatura significa não criatura, mas “animal” que primitivo significa “rude” ou “desajeitado “, que rude significa (frequentemente) “escabroso” “obsceno” , que Imaculada Conceição (exceto na boca dos Católicos Romanos) significa “Nascido da Virgem” . Um ser significa um “ser pessoal” . Um homem me disse: “Eu acredito no Espírito Santo, mas não acho que ele é um ser.”, significando isto que: Eu acredito que haja tal ser, mas não é personificado.  Por outro lado, pessoal algumas vezes significa “corpóreo”. Quando um inglês iletrado diz que ele “acredita em Deus, mas não em um Deus pessoal”, ele pode estar querendo dizer simplesmente e tão só que ele não é antropomorfista no sentido estrito e original desta palavra.
Abstrato parece ter dois significados: (a) “imaterial”, (b) “vago” , obscuro e impraticável . Desta forma, a aritmética não é, na linguagem deles, uma ciência “abstrata”. Prático significa frequentemente “econômico” ou “utilitário”.
Moralidade quase sempre significa ”castidade”: daí, na linguagem deles, a sentença “Eu não digo que esta mulher é imoral, mas eu digo que ela é uma ladra”, não seria contraditória, mas significaria: “Ela é casta porém desonesta”.
Cristão carrega uma carga de elogio ao invés de um sentido descritivo: por exemplo, “Padrões cristãos” significa simplesmente “altos padrões morais”. A frase “fulano não é cristão” significaria somente uma critica do seu comportamento e não uma afirmação sobre suas crenças. É também importante perceber que o que pareceria ao educado a palavra mais difícil entre duas quaisquer, para o iletrado pode ser na verdade o mais fácil. Com isto em mente, recentemente foi proposta uma emenda em uma oração usada na Igreja da Inglaterra que os magistrados “podem verdadeira e indiferentemente administrar justiça” para “podem verdadeira e imparcialmente administrar justiça”. Um padre de uma cidadezinha do interior disse-me que seu sacristão entendeu e podia explicar com acuidade o significado de “indiferentemente”, mas não tinha idéia do que “imparcialmente” significava.
A linguagem inglesa popular, então, simplesmente tem que ser aprendida por aquele que quer pregar aos ingleses: somente um missionário aprende Banto antes de pregar aos Bantos. Isto ainda é mais necessário porque uma vez que a aula ou discussão tenha começado, digressões quanto o significado de palavras tendem a enfastiar e provocar perda da atenção de uma platéia iletrada e mesmo a levantar suspeita. Não existe um assunto em que eles não estejam menos interessados do que Filologia . Nosso problema é frequentemente de tradução. Todas as provas para formar um candidato à ordenação deveria incluir alguma passagem de algum texto padrão de trabalho teológico para tradução para o vernáculo. O trabalho é extenuante mas é imediatamente premiado. Ao tentar traduzir a doutrina no linguajar vulgar nos descobrimos o quanto a entendemos nós mesmos. Nossa falha em traduzir pode ser algumas vezes devido à nossa ignorância do vernáculo além do fato que em muitas das vezes fica exposto o fato do que nós exatamente não sabemos o significado.
Fora da dificuldade lingüistica, a maior barreira que eu encontrei é a quase que total falta do sentido de pecado nas mentes de minha audiência. Isto tem me atingido mais quando eu falo ao pessoal da aeronáutica do que quando falo a estudantes, porquanto eu creio que o proletariado é mais correto no agir (no sentido de seguir os preceitos da lei de Deus e dos homens) do que as outras classes, ou então as pessoas educadas são mais espertas em esconder seu orgulho, o que cria para nós uma nova situação. Os antigos e primeiros pregadores cristãos podiam assumir na sua audiência um sentido de culpa, fossem eles judeus, metuentes ou pagãos (Que isto era comum entre os pagãos é demonstrado pelo fato que tanto o epicurianismo como as religiões misteriosas proclamam, embora de formas diferentes, para aliviar este sentimento). Desta forma a mensagem cristã era nesta época sem medo de errar O Evangelho , a Boa Nova .
Prometia cura para aqueles que sabiam que estavam doentes . Nós temos que convencer nossos ouvintes do diagnóstico indesejável e não bem vindo antes de esperar que eles queiram as novas do remédio.
O homem antigo se aproximava de Deus (ou mesmo dos deuses) da mesma forma que uma pessoa acusada se aproxima do seu juiz. Para o homem moderno é o contrário. Ele é o juiz, Deus é o réu. Ele é até que um juiz bonzinho: se Deus tiver uma defesa razoável por ser um deus que permita guerra, pobreza e doença, ele está pronto a ouvi-lo. O julgamento pode ser até com a absolvição de Deus. Mas o fato importante é que o homem está como Juiz e Deus como Réu.
Normalmente é inútil tentar combater esta atitude, como os velhos pregadores o faziam, pela insistência na discussão de pecados como abuso de bebida e falta de castidade. O proletariado moderno não bebe.
Quanto à fornicação, os contraceptivos fizeram uma diferença profunda. Enquanto que este pecado pudesse socialmente arruinar uma moça fazendo-a mãe de um bastardo, a maioria dos homens reconhecia o pecado contra a caridade envolvido e suas consciências o incomodavam. Agora que não existem tais conseqüências, não é, penso eu, geralmente sentido como pecado de todo. Minha própria experiência sugere que se pudermos despertar a consciência de nossos ouvintes de todo, nós precisamos o fazê-lo em direções bastante diferentes. Nós precisamos falar de conceito, malícia , inveja, covardia, mesquinhez, etc. Mas eu estou muito longe de acreditar que eu encontrei a solução para este problema.
Finalmente, eu tenho que acrescentar que meu trabalho sofreu muito do meu incurável intelectualismo da minha forma de pensar. O simples apelo emocional (“Venha para Jesus”) ainda muito é bem sucedido. Mas aqueles que, como eu, não tem o dom de o fazê-lo, não devem tentá-lo.

Outras incursões de CS Lewis:

Cristianismo Puro e Simples

Editado em Português, com PDF disponivel clicando acima, contem também o mesmo material de Deus no Banco dos Réus. Referido no Programa de Radio, mencionado acima

Sobre alegorias. e não pode deixar de ser lido  Alegoria do amor. Neste livro, em que ele trata de textos medievais, onde a alegoria reinava soberana, Lewis descreve como o amor era visto na Idade Média e o significado de alegoria e como se compara ou se completa com simbolo.

Screwtape Letters

CS Lewis misquoted by D J Burstin

Next Perspective

 

 

 

Thomism

I quote from the Wikipedia

Thomism is the philosophical school that arose as a legacy of the work and thought of Thomas Aquinas (1225–1274), philosopher, theologian, and Doctor of the Church. In philosophy, Aquinas‘ disputed questions and commentaries on Aristotle are perhaps his most well-known works. In theology, his Summa Theologica is one of the most influential documents in medieval theology and continues to be the central point of reference for the philosophy and theology of the Catholic Church. In the 1914 encyclical Doctoris Angelici[1] Pope Pius X cautioned that the teachings of the Church cannot be understood without the basic philosophical underpinnings of Aquinas’ major theses:

The capital theses in the philosophy of St. Thomas are not to be placed in the category of opinions capable of being debated one way or another, but are to be considered as the foundations upon which the whole science of natural and divine things is based; if such principles are once removed or in any way impaired, it must necessarily follow that students of the sacred sciences will ultimately fail to perceive so much as the meaning of the words in which the dogmas of divine revelation are proposed by the magistracy of the Church.[2]

The Second Vatican Council described Aquinas’ system as the “Perennial Philosophy”.[3]

From which I, REC, emphasize:

Existence of God

Thomas Aquinas holds that the existence of God can be demonstrated by reason,[42] a view that is taught by the Catholic Church.[43] The quinque viae (Latin: five ways) found in the Summa Theologica (I, Q.2, art.3) are five possible ways of demonstrating the existence of God,[44] which today are categorized as:

1. Argumentum ex motu, or the argument of the unmoved mover;
2. Argumentum ex ratione causae efficientis, or the argument of the first cause;
3. Argumentum ex contingentia, or the argument from contingency;
4. Argumentum ex gradu, or the argument from degree; and
5. Argumentum ex fine, or the teleological argument.

Despite this, Aquinas also thought that sacred mysteries such as the Trinity could only be obtained through revelation; though these truths cannot contradict reason:

The existence of God and other like truths about God, which can be known by natural reason, are not articles of faith, but are preambles to the articles; for faith presupposes natural knowledge, even as grace presupposes nature, and perfection supposes something that can be perfected. Nevertheless, there is nothing to prevent a man, who cannot grasp a proof, accepting, as a matter of faith, something which in itself is capable of being scientifically known and demonstrated.

Aquinas responds to the problem of evil by saying that God allows evil to exist that good may come of it,[45] (for goodness done out of free will is superior than goodness done from biological imperative) but does not personally cause evil Himself.[46]

See also Reality: A Synthesis of Thomistic Thought: Chapter 7: The Proofs Of God’s Existence by Reginald Garrigou-Lagrange.

View of God[edit]

Aquinas articulated and defended, both as a philosopher and a theologian, the orthodox Christian view of God. God is the sole being whose existence is the same as His essence: “what subsists in God is His existence.”[47] (Hence why God names himself “I Am that I Am” in Exodus 3:14.[48]) Consequently, God cannot be a body (that is, He cannot be composed of matter),[49] He cannot have any accidents,[50] and He must be simple (that is, not separated into parts; the Trinity is one substance in three persons).[51] Further, He is goodness itself,[38] perfect,[52] infinite,[53] omnipotent,[54] omniscient,[55] happiness itself,[56] knowledge itself,[57] love itself,[41] omnipresent,[58] immutable,[59] and eternal.[60] Summing up these properties, Aquinas offers the term actus purus (Latin: “pure actuality”).

Aquinas held that not only does God have knowledge of everything,[55] but that God has “the most perfect knowledge,” and that it is also true to say that God “is” his understanding.[57]

Aquinas also understands God as the transcendent cause of the universe, the “first cause of all things, exceeding all things caused by him,” the source of all creaturely being and the cause of every other cause.[61] Consequently, God’s causality is not like the causality of any other causes (all other causes are “secondary causes”), because he is the transcendent source of all being, causing and sustaining every other existing thing at every instant. Consequently, God’s causality is never in competition with the causality of creatures; rather, God even causes some things through the causality of creatures.[62]

Aquinas was an advocate of the “analogical way”, which says that because God is infinite, people can only speak of God by analogy, for some of the aspects of the divine nature are hidden (Deus absconditus) and others revealed (Deus revelatus) to finite human minds. Thomist philosophy holds that we can know about God through his creation (general revelation), but only in an analogous manner.[63] For instance, we can speak of God’s goodness only by understanding that goodness as applied to humans is similar to, but not identical with, the goodness of God. Further, he argues that sacred scripture employs figurative language: “Now it is natural to man to attain to intellectual truths through sensible objects, because all our knowledge originates from sense. Hence in Holy Writ, spiritual truths are fittingly taught under the likeness of material things.”[64]

In order to demonstrate God’s creative power, Aquinas says: “If a being participates, to a certain degree, in an ‘accident,’ this accidental property must have been communicated to it by a cause which possesses it essentially. Thus iron becomes incandescent by the action of fire. Now, God is His own power which subsists by itself. The being which subsists by itself is necessarily one.”[24]

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Dante and the Italian language

(Veja em Português)

I quote from the Wikipedia

The Renaissance era, known as il Rinascimento in Italian, was seen as a time of “rebirth”, which is the literal meaning of both renaissance (from French) and rinascimento (Italian).

During this time, long-existing beliefs stemming from the teachings of the Roman Catholic Church began to be understood from new a perspectives as humanists—individuals who placed emphasis on the human body and its full potential—began to shift focus from the church to human beings themselves.[20] Humanists began forming new beliefs in various forms: social, political, and intellectual. The ideals of the Renaissance were evident throughout the Protestant Reformation, which took place simultaneously with the Renaissance. The Protestant Reformation began with Martin Luther‘s rejection of the selling of indulgences by Johann Tetzel and other authorities within the Roman Catholic Church, resulting in Luther’s eventual break-off from the Roman Catholic Church in the Diet of Worms. After Luther was excommunicated from the Roman Catholic Church, he founded what was then understood to be a sect of Catholicism, later referred to as Lutheranism.[20] Luther’s preaching in favor of faith and scripture rather than tradition led him to translate the Bible into many other languages, which would allow for people from all over Europe to read the Bible. Previously, the Bible was only written in Latin, but after the Bible was translated, it could be understood in many other languages, including Italian. The Italian language was able to spread even more with the help of Luther and the invention of the printing press by Johannes Gutenberg. The printing press facilitated the spread of Italian because it was able to rapidly produce texts, such as the Bible, and cut the costs of books which allowed for more people to have access to the translated Bible and new pieces of literature.[21] The Roman Catholic Church was losing its control over the population, as it was not open to change, and there was an increasing number of reformers with differing beliefs.[17]

Dante Alighieri (top) and Petrarch (side) were influential in establishing their Tuscan dialect as the most prominent literary language in all of Italy in the Late Middle Ages.

Pietro Bembo (botom)was an influential figure in the development of the Italian language from the Tuscan dialect, as a literary medium, codifying the language for standard modern usage.

Italian became the language used in the courts of every state in the Italian peninsula. The rediscovery of Dante’s De vulgari eloquentia and a renewed interest in linguistics in the 16th century, sparked a debate that raged throughout Italy concerning the criteria that should govern the establishment of a modern Italian literary and spoken language. Scholars divided into three main factions:

  • The purists, headed by Venetian Pietro Bembo (who, in his Gli Asolani, claimed the language might be based only on the great literary classics, such as Petrarch and some part of Boccaccio). The purists thought the Divine Comedy was not dignified enough because it used elements from non-lyric registers of the language.
  • Niccolò Machiavelli and other Florentines preferred the version spoken by ordinary people in their own times.
  • The courtiers, like Baldassare Castiglione and Gian Giorgio Trissino, insisted that each local vernacular contribute to the new standard.
  • A fourth faction claimed the best Italian was the one that the papal court adopted, which was a mix of Florentine and the dialect of Rome.

Eventually, Bembo’s ideas prevailed, and the foundation of the Accademia della Crusca in Florence (1582–1583), the official legislative body of the Italian language led to publication of Agnolo Monosini‘s Latin tome Floris italicae linguae libri novem in 1604 followed by the first Italian dictionary in 1612.

The continual advancements in technology plays a crucial role in the diffusion of languages. After the invention of the printing press in the fifteen century, the number of printing presses in italy grow rapidly and by the year 1500 reached a total of 56, the biggest number of printing presses in all of Europe. This allowed to produce more pieces of literature at a lower cost and as the dominant language, Italian spread.[22]

Summa Theologica

(Veja em Português)

I quote from Wikipedia

Although unfinished, the Summa is “one of the classics of the history of philosophy and one of the most influential works of Western literature.”[1] It was intended as an instructional guide for theology students, including seminarians and the literate laity. It was a compendium of all of the main theological teachings of the Catholic Church. It presents the reasoning for almost all points of Christian theology in the West. The Summa‘s topics follow a cycle: the existence of God; Creation, Man; Man’s purposeChrist; the Sacraments; and back to God.

The Summa is Aquinas’ “most perfect work, the fruit of his mature years, in which the thought of his whole life is condensed”.[2] Among non-scholars, the Summa is perhaps most famous for its five arguments for the existence of God, which are known as the “five ways” (Latinquinque viae). The five ways, however, occupy under two pages of the Summa’s approximately 3,500 pages.

Throughout the Summa, Aquinas cites ChristianMuslimHebrew, and Pagan sources including but not limited to Christian Sacred ScriptureAristotleAugustine of HippoAvicennaAverroesAl-GhazaliBoethiusJohn of DamascusPaul the ApostleDionysius the AreopagiteMaimonidesAnselmPlatoCicero, and Eriugena.

The Summa is a more structured and expanded version of Aquinas’s earlier Summa contra Gentiles, though these works were written for different purposes, the Summa Theologiae to explain the Christian faith to beginning theology students, and the Summa contra Gentiles to explain the Christian faith and defend it in hostile situations, with arguments adapted to the intended circumstances of its use, each article refuting a certain belief or a specific heresy.[3]

Why this is here  (REC)

Our century, perhaps in the future, will be remembered by terrorism and eventually if they do not come to their senses, a clash between  Donald Trump and Kim Jong-un, in a war which if it happens will be a very good test for the pretensions of mankind of being an intelligent species.

Leaving out that both are a disaster from mistaken ideas, being Trump a mixture of the flaws of democratic ideas and communications technology and Jong-un a Planet of Apes version of Fidel Castro mixed with I hope the last equivocation from Marx’s ideas, the bottom line is that this is a consequence of abandoning the idea of God as having a noble purpose for His creation, which boils down to:

The fear of the LORD is the beginning of wisdom: and the knowledge of the holy is understanding.

Please, hold on! I am not advocating the existence of God or trying to do proselytism on any religion!

Personally I have no standing and to my best knowledge, for the culture I am in, Christianism with a very good dose of Nietzsche is enough and it doesn’t really matter if you believe or not in God, as Nietzsche implied, God is dead, but the problem left with us  when this happens!

In the environment and at the time when he lived, in the 19th century, Europe did not need God as source of morality, values or order in the universe, because it was thought that science and philosophy were able to supply this.

Nietzsche insight, and one that Christian religions do not recognize is that we killed God in our desire to better understand our world.

Nietzsche did not like this idea because he did not see it as a good thing. Without God, the basic belief system in Western Europe was in danger and, in the Twilight of the Idols, he declares:

“When one gives up the Christian faith, one pulls the right to Christian morality out from under one’s feet… Christianity is a system, a whole view of things thought out together. By breaking one main concept out of it, the faith in God, one breaks the whole: nothing necessary remains in one’s hands. Christianity presupposes that man does not know, cannot know, what is good for him, what evil: he believes in God, who alone knows it… it has truth only if God is the truth — it stands and falls with faith in God.”

Unfortunately, the hopes and expectations which killed God in the 19th century didn’t bring about with philosophy and science anything which can do what Christianism did, quite the contrary!

This bring us back to the Summa Theologica, which should be the starting point of any serious atheist and if it is too burdensome, take a good luck and try to understand what Dante had in mind which is widely recognizes as what Thomism deals with.

Next perspective: Dante and the Italian language

Make sure you saw The Existence of God

Simbolismo envolvido

(See it in English)

Carl G Jung, na introdução do livro “O Homem e Seus Símbolos”, nos diz o seguinte:

“Tomemos como outro exemplo o caso de um indiano que, após uma visita à Inglaterra,
contou na volta aos seus amigos que os britânicos adoravam animais, isto porque vira inúmeros leões, águias e bois nas velhas igrejas. Não estava informado (tal como muitos cristãos) que estes animais são símbolos dos evangelistas, símbolos provenientes de
uma visão de Ezequiel que, por sua vez, tem analogia com Horus, o deus egípcio do Sol e seus quatro filhos”

Neste exemplo de Jung, os animais são símbolos e a visão de Ezequiel é uma alegoria.

Se tomarmos ao pé da letra a Divina Comédia, sem levar em conta os simbolismo e as alegorias envolvidas, vamos cometer o mesmo equívoco. A Divina Comédia não é uma alegoria, é alegórico, construido com alegorias. Cada círculo do Inferno é uma alegoria a um pecado específico.

Descrever a realidade, em todas suas dimensões, é impossível. O que fazemos é lançar mão de artificios que variam ao longo do tempo. Na Idade Média quase tudo era feito por Alegorias, que podiam incluir símbolos, mas que tinham uma conotação própria da época, inclusive sendo execradas posteriormente.

Simbolo é meio óbvio, sempre o símbolo representa algo maior que êle, como por exemplo, uma árvore representa a vida. Símbolos tendem a ser visuais.

Uma alegoria é uma outra forma de dizer alguma coisa. É uma representação de pensamentos, idéias, qualidades ou características. Tendem a ser descrições e a poesia é muito usada para isto.

Línguisticamente, ou filosoficamente, é um método de interpretação aplicado por pensadores gregos (pré-socráticos, estoicos etc.) aos textos homéricos, por meio do qual se pretendia descobrir ideias ou concepções filosóficas embutidas figurativamente nas narrativas mitológicas.

Uma das alegorias mais conhecidas que existem é a da Caverna de Platão, que descreve um grupo de homens que viveram somente em uma caverna sabendo das coisas do mundo real da superficie através de projeções. Um deles é trazido para o mundo externo, onde há sol, vê as coisas como são e quando volta e conta aos outros, eles  se recusaram a acreditar.

Platão estava discutindo  teoria do conhecimento, linguagem e educação na formação do Estado ideal na sua obra A Republica.

O que esta alegorizado é a ignorância…

A Maior parte das Fábulas de Esopo são alegorias. Pense na Raposa e as Uvas.

Mais perto de nós, se você leu A Revolução dos Bichos de G.Orwell, vai ver que ele estava falando da Revolução Marxista da Russia.

No caso de simbolismo, pense na Torre Eifell. É impossivel deixar de pensar em  Paris, pois virou seu símbolo.

Veja este quadro de Boticelli, é uma alegoria sobre a Primavera. Tem tanta coisa que tem que dar uma olhada no verbete.(Esta muito fraco em Português)

Sandro BOTTICELLI - le printemps

Sua alegoria sobre o Inferno é antológica e teve um filme lançado recentemente:

Botticelli-Map-of-the-Hell

Virgílio era um símbolo da razão humana (isto contrastava com Beatrice, que simbolizava a fé, implicando a Revelação e a Teologia). Essa idéia foi exposta em grande parte em uma passagem no Purgatório XVIII, onde Virgilio está a ponto de explicar como os seres humanos merecem elogios ou culpas. Ele diz que explicará tanto quanto a razão lhe permitirá; Beatrice explicará o resto, pois ela pertence ao dominio da fé:

‘Quanto ragion qui vede,/dirti poss’io; da indi in là t’aspetta/pur a Beatrice, ch’è opra di fede’ [ ‘I can, as far as reason sees, respond./Beyond that, faith’s required’…/ ‘and you must therefore wait for Beatrice.’(46-8) Eu posso, na medida em que a razão vê, responda. / Além disso, a fé é necessária ‘… /’ e você portanto deve esperar por Beatrice

Cada tormento no Inferno é uma referência alegórica a pecados específicos. A Divina Comedia de Dante, na superfície, descreve as viagens de Dante através do Inferno, do Purgatório, do Paraíso ou do Céu; mas em um nível mais profundo, representa, alegoricamente, a jornada da alma em direção a Deus.  Conseqüentemente, a Divina Comédia é considerada uma alegoria simbólica da “Summa (Theologica) em verso”

Veja uma discussão em como foi pensado por Dante a colocação de alegorias e simbolos no seu poema.

Veja como isto foi analisado para as representações visuais

Dante e as ciencias ocultas e as sociedades secretas

Proxima perspectiva: Summa Theologica

Glossário de Símbolos e Alegorias na Divina Comedia

Significado do Simbolismo e das Alegorias no Inferno da Divina Comedia

 

 

Humano ou desumano?

Este artigo está fortemente apoiado no Dr. Giles Fraser publicado no Guardian, Sôbre a Genealogia da Moral

Não sei se o ser humano vai um dia conseguir equilibrar e assumir alguma ideia que o torne mais humano sem querer criar algum tipo de Inquisição, que tanto faz ser a da Idade Média onde dominava a Igreja Católica ou a atual, com grupos de militantes que propõem idéias à “direita” e à “esquerda” numa fúria que na ausência de fogueira real, criam fogueiras nas redes sociais.

No nosso caso de Dante, on a existência da alma e o que acontece depois da morte estar ligado ao que se fez durante a vida, que para os católicos pode ser sintetizado como a realização do plano de Deus para nós pelo sacrificio e pelo exemplo de Jesus Cristo, a questão não é se existe alma, vida após a morte, premio e castigo, a questão é se existe Deus e se ele é justo e bom.

Não gosto do que penso (sinto-me embaraçado) sobre tudo isto e gostaria de poder testemunhar a favor das idéias que contemplam um Deus pessoal, justo e bom. Porem, quando vejo meus  novos netos que nasceram no ano passado e que pude observar mais de perto que meus filhos sua entrada no mundo, que é um mistério maravilhoso, me recuso a aceitar ideias do tipo Blade Runner como sendo o que esta reservado para eles.

Como fica claro no desenvolvimento que dei à obra de Dante, nem no século XV acreditava-se na existencia do Inferno e que tanto Galileu como a Elite cultural Florentina sabiam perfeitamente disto, mas quando se entende o conteudo simbólico da obra de Dante, a realidade de estar vivo e sujeito à morte, levando em conta Dante, nos enche de esperança e não tem nada de caos. Quem entendeu não precisa explicar, quem não entendeu, não adianta explicar.

Acho muito melhor fazer o que fez o Nietzsche, que erigiu um libelo nos aspectos do mal que são empregados na construção da ideia do Cristianismo.

Nietzsche deveria ser o santo padroeiro dos ateus, mas é um aliado profundamente incomodo, pois ele não fica na fila atrás de opiniões recebidas. Ele não concordaria com o pensamento reducionista de algum empirismo estreito, como é o caso do Richard Dawkins, e, pior de tudo, ele faz ao cristianismo o elogio de primeiro buscar compreendê-lo, coisa que a elite cultural não tem a menor preocupação em fazê-lo.

Rejeitar algo sem ter ideia do que é, é a característica mais forte dos que condenam a religião e a crença em Deus nos moldes do Cristianismo.

Ninguém subiu além de Nietzsche na critica ao Cristianismo, porem, ele não afirma que o pecado principal da religião é que ela tem um objeto imaginário em seu centro.  Na verdade, ele é notavelmente indiferente à questão da existência de Deus. Pelo contrário, Nietzsche pensa que a religião em geral, e o cristianismo em particular, é uma corrupção do espírito humano. Que justifica meu primeiro parágrafo.
Nietzsche foi ateu durante toda sua vida adulta e não estava querendo dizer que existia um Deus que morrera efetivamente, mas sim, a idéia que se tinha dele.
No ambiente e na época em que ele viveu, a Europa não precisava mais de Deus como fonte de moralidade, valores ou ordem no universo, a ciência e a filosofia eram capazes de suprir isto.
A grande sacada dele e que as religiões cristãs ou não reconhecem é que nós matamos Deus no nosso desejo de melhor entender nosso mundo.
Ele não gostava desta idéia pois não a via inteiramente como coisa boa. Sem Deus, o sistema básico de crenças na Europa Ocidental estava em perigo e, no “Crepúsculo dos Deuses”, ele declara:

“Quando desistimos da fé Cristã, deslocamos o direito de ter sob nossos pés a moralidade Cristã. Esta moralidade de forma alguma é auto evidente… O Cristianismo é um sistema, uma visão ampla das coisas, pensadas juntas. Quebrando o conceito principal que a alimenta, a fé em Deus, quebramos o conjunto todo”

Nietzsche era profundamente humano….

 

 

Purgatório

O Purgatório é o segundo mundo do além na viagem dantesca, funcionando como uma ponte entre o Céu e o Inferno. Ele o imagina como uma montanha em meio a um desconhecido oceano. No alto do pico deste monte se encontra o Paraíso Terrestre. Há também um átrio, o Ante purgatório, onde são recolhidos os que conseguiram sair do primeiro mundo, o das trevas. Um anjo os conduz ali por uma barca. É um lugar de expiação e esperança. Dante usa um artificio de criar um sonho dentro desta visão, que é interpretado por Virgílio, seu guia.

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